#170 – COVID PARA LERDOS, com ‘Tesoureiros do Jair’ e Fabrício Pontin

Saudações pessoas! No Viracasacas dessa semana recebemos o magnânimo Tesoureiros (no Twitter @ tesoureiros) para uma longa conversa sobre as mentiras e teorias da conspiração em torno da COVID-19 que chegam no zap da sua tia. Contamos também a participação de Fabrício Pontin (no Twitter: @ fabriciopontin) comentando a mentira como arma da política e porquê diabos as pessoas acreditam em teorias absurdas e falsidades óbvias. Como a máquina da desinformação da direita no Brasil não descansa, não seria algo diferente no caso da COVID-19, e desde o início da pandemia do coronavírus as narrativas modificaram sua forma, tamanho e conteúdo. Da minimização e inação absoluta à pregação do charlatanismo, analisamos aqui o que foi dito, o método e porquê desinformar é importante quando não se quer agir – o quando há pressões dos mais variados tipos para uma abertura precoce. Além da pandemia, infelizmente o calvário brasileiro inclui tamanha desgraça e o preço desse absurdo não vai ser menor do que dezenas de milhares de vidas.

Dicas Culturais
(Texto) Our Age of Sincere Inauthenticity

(Podcast) Medo e Delírio em Brasília

(Podcast) Xadrez Verbal – Com episódios extras sobre a Covid

(Série) Midnight Gospel

 

Um comentário em “#170 – COVID PARA LERDOS, com ‘Tesoureiros do Jair’ e Fabrício Pontin

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  1. Muito obrigado por esse e por todos os outros episódios!

    Antes de todo esse alvoroço começar, lá na candidatura do Trump, eu acompanhava o podcast do Flávio Morgenstern pra tentar enteder que raios era o olavismo sem precisar entrar na espiral de merda do próprio vovô.

    Agora nesta pandemia comecei a ler um livro sobre o “Novo Iluminismo” do Steven Pinker, não sei se é bom ou ruim, mas o que acontece é que pelo que ele comenta na introdução sobre o movimento iluminista e o contra-iluminista, parece muito com o que a nova direita está tentando fazer. Por exemplo a negação do cientificismo, a negação do sistema métirco de medidas (S. I.), assunto recorrente das discussões do flávião no podcast dele de como o EUA e o UK eram fodões por ainda usarem o sistema imperial maluco (já que o S.I. foi uma abordagem iluminista). Mas também em outros aspectos, como vocês comentaram, sobre discursos que se baseiam em achismos, teorias da conspiração, cultos mirabolantes e placebos são mais importantes e reais para a solução de um problema do que dados e estudos científicos, ou seja, o mais importante é o sentimento, o que parece natural do que de fato é real e observável.

    Ainda é uma visão bem difícil de por em palavras, mas gostaria de discutir mais com alguém sobre isso. O que acham dessa hipótese?

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