#142 Política da Morte – com Moysés Pinto Neto

Muito da política atual gira em torno da morte, da violência e do extermínio. Uma obra chave para debater essa política da morte é Necropolítica de Achille Mbembe. Moysés Pinto Neto volta ao ViraCasacas para conversar sobre esse e outros aspectos que circundam a política atual.

Use a #Vira2020 para concorrer a duas camisetas da Veste Esquerda!

Siga a gente no Twitter: twitter.com/viracasacas
Assine o nosso feed no seu agregador de podcast
Seja uma Pitty, um Viracasacas ou um George Soros e contribua com a gente! http://www.apoia.se/viracasacas
Veja mais informações sobre o episódio no nosso site http://www.viracasacas.com
Mande um e-mail para nós: viracasacaspodcast@gmail.com
Siga o Gabriel Divan: twitter.com/gabrieldivan
Siga o Felipe Abal: twitter.com/FelipeAbal
Siga Carapanã: twitter.com/carapanarana

Compre sua camiseta com desconto na vesteesquerda.com.br utilizando o cupom Viracasacas

Visite o http://www.alquimistashop.com, ganhe 50% de desconto no frete via pac nas compras acima de R$100,00 com o cupom Viracasacas

Dicas Culturais

Necropolítica – Livro

Necropolítica – Artigo

Depois do Futuro – Franco Berardi

J. M. Coetzee – À Espera dos Bárbaros

Logan – Filme

Benzina – Podcast

Boletim do Fim do Mundo 

Watchmen – Série

Um comentário em “#142 Política da Morte – com Moysés Pinto Neto

Adicione o seu

  1. To escutando o viracasacas pela primeira vez. Pedira a um amigo fontes de “política de esquerda” (meu objetivo era contrabalançar com outras coisas mais “direitosas” que já escuto) e ele mo sugeriu. Me é interessante porque ainda que eu tenda a discordar bastante da dita “esquerda”, eu acho interessante compreender a narrativa (e isso me ajuda a ver furos nas outras narrativas que encontro nas minhas outras fontes de orientação política diferente). Eu acho que como alguém que vem de um outro lado do espectro político (mas nem tanto, na real, porque eu acho que a polarização tá tão louca que fica difícil consentir com qualquer “lado” dessa história), eu talvez possa dizer alguma coisa útil aqui…

    Eu acho que toda essa dita “esquerda” tem dificuldade demais em compreender o que passa na cabeça do direitista/bolsonarista. Tipo… lá pelos 50min alguém fala que a grande pergunta é “que sujeitos sociais são esses que se mobilizaram ou pelo menos consentiram em eleger essa máquina de destruição?” … “Como pode uma fração tão significativa da população ter consentido com isso?” … “quem são esses sujeitos… e o que move eles?”. Eu não vejo o motivo de tanta dúvida. Isso é gente que enxerga nessas respostas fáceis que o Bolsonaro dá (que em muito são baseadas no projeto bíblico de Estado) uma solução pros problemas do país. É uma narrativa bem simples, de novela das 9, que esse pessoal incorporou… e qualquer coisa que fuja dessa narrativa tá (na cabeça deles) fadado ao fracasso. De um modo bem comunista, eles ainda vão dizer (no futuro, quando fracassar) que não tá funcionando porque não implementaram direito as idéias do Bolsonaro.

    Logo, pelos 70min, uma outra pessoa fala que um dos problemas da esquerda é ter um discurso de jogar a culpa no ouvinte (que, e.g., não compartilha com os outros, e, portanto, é parcialmente culpado pela pobreza) e a direita dizer que a pessoa _pode_ ser homofóbico, _pode_ ser preconceituoso, _pode_ (palavras dele) “fazer tudo o que você quiser”. Tipo… pra mim tá claro que não tem nada disso, porque essas coisas são justamente geradoras de “não podes”: não pode ser homossexual, não pode roubar, não pode abortar; mas nota que todas esses “não pode” são coisas que a direita rejeita com bastante força. Não tem nada de libertador… ou, na real, tem, mas não no sentido de que a pessoa passa a poder fazer X ou Y. O que tem de “libertador”, eu creio, tá na “utopia” de que, ao banir de forma veemente certas coisas da sociedade, o direitista passará a viver numa sociedade “boa” (ou melhor que a atual — ironicamente, essa crença só o faz afundar mais ainda: ele não enxerga que tá tratando um sintoma, e não a causa). Ou seja, a sensação de “libertação” tá num “ideal”… tá numa crença do direitista de achar que tá fazendo “o que é certo” (e a gente sempre se sente bem em fazer o que é “bom” ou “certo”). O direitista veemente (pra não dizer extremo, que é uma palavra muito carregada de significado) não enxerga que pode haver vida boa com aquelas coisas que a esquerda quer que se _possa_ fazer. E é aí, creio eu, que tá a diferença…

    Bom… fazei o que quiserdes desse comentário. Tomara que seja pelo menos um pouco útil ^^

Deixe uma resposta para John Gamboa Cancelar resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: